Abre a Roda, Malungo Print This Post/Page

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Abre a roda, Malungo
Abre a roda, Malungo
Abre a roda, Malungo
Olerê, camará
Olerê, camará (Coro)

Quando eu jogo capoeira
Na ladeira do Piá
Se a saudade é zombeteira
Dou um nó no berimbá

Se a tristeza é bulideria
Tá pesando em pelejar
Do meu arco de madeira
Quero ver quem vai zombar

CORO

Foi Pastinha na Ribeira
Que ensinou a merear
Não há nó de lembranceira
Que consiga me laçar

Se me vem uma tristera
Ponho a fé em Oxalá
Levo pau na focinheira
Deixo doida e amor pra lá

CORO


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Segundo Luiz Felipe de Alencatro, no livro “O Trato de Viventes”, malungo (ou mulunga, ou ainda malongo) são sinônimos de uma palavra quimbundo para “correntes de ferro com que se prendiam os cativos”. No Brasil, malungo passou a ser o nome para os escravos vindos no mesmo tumbeiro e, depois, para os escravos pertencentes a um único senhor ou à mesma fazenda.

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