No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala (Coro)
Ai, o chicote batia
No meu tronco de valia
O meu corpo tremia
E meu sangue escorria
CORO
Mas o nêgo não desistia
Na necessidade de sobreviver
Falava mais alto e ele mesclava
Jogava capoeira pra valer
CORO
Zumbi foi morto nos quilombos
Quase que todos destruídos
Mas o nêgo com sua vontade
Resistiu mesmo assim
CORO
Ai, o chicote me batia
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
O meu corpo tremia
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
E meu sangue escorria
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
Tudo isso acabou
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
Vou embora…
———-
Autor: Tonelada (Raízes do Brasil, DF)


28 voto(s)
0 Comentários to “Alforria”